200 Anos de Edgar Allan Poe

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Foi há 200 anos e um dia (19 de Janeiro de 1809) que Edgar saiu disparado do ventre de sua mãe e abriu os olhos para este mundo. Um mundo que ele sempre viu mais negro que a maioria das pessoas. Um mundo macabro, distorcido, misterioso. Mas extasiante, brilhante, genial. Foi há 200 anos que tudo começou. Num esconso e obscuro quarto de Boston com uma senhora aos gritos e um bebé a chorar. Foi assim que tudo começou, suponho.

Aqui ficam as primeiras estrofes do poema “O Corvo”, escrito por Poe, antes de 1845, ano da sua publicação. Se quiserem o resto do poema, em inglês ou português (tradução de Fernando Pessoa) é só ir ao sitio do costume.

The Raven

Once upon a midnight dreary, while I pondered, weak and weary,
Over many a quaint and curious volume of forgotten lore,
While I nodded, nearly napping, suddenly there came a tapping,
As of some one gently rapping, rapping at my chamber door.
“‘Tis some visitor”, I muttered, “tapping at my chamber door —
Only this, and nothing more.”

Ah, distinctly I remember it was in the bleak December,
And each separate dying ember wrought its ghost upon the floor.
Eagerly I wished the morrow; — vainly I had sought to borrow
From my books surcease of sorrow — sorrow for the lost Lenore —
For the rare and radiant maiden whom the angels name Lenore —
Nameless here for evermore.

(…)

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