Das cremações blogosféricas

O Cromos do Cosnos acabou. Pior, volatizou-se. Vaporizou-se. Sumiu-se. Melhor, deram-lhe sumiço. Se o meu caro amigo não conhecia esse belogue, vou fazer-lhe um resumo sucinto da coisa: está a ver os meus posts sobre mineralogia? O tom jocoso e ligeiramente non-sense misturado com garbosos conteúdos científicos, está a ver? Pois bem, esse tom fui buscá-lo aos Cromos, que, já agora, era sobre astronomia. Era muito bom, escrito por quem sabia bem do que falava e com um sentido de humor bastante apurado. Foi com pena que li o post de despedida na semana passada. No entanto, posts de despedida é o que por aí não falta, e raramente são 100% vinculativos. Dizia que estava desiludido com o impacto que teve na blogosfera e, como o tempo livre não era muito, decidiu desistir. Ou melhor, o bebé ficou desapontado com o número de visitas, foi o que foi. Enfim, não me compete julgar mais do que já o fiz essa atitude e as razões dessa mesma atitude. O que me irritou mesmo foi descobrir que o quero-ser-Galileu apagou de vez o blog. Tipo birrinha de miúdo mimado: se não vieram também já não vêm!

Pronto, é isto, estou indignado. Estes complexos de superioridade mal curados dão-me vontade de andar por aí a distribuir estalos à discrição a esse tipo de gente. E não há link para ninguém, até porque não há nada para ver. O homem cremou o blog e espalhou as cinzas pelo $#%&#$% que o %&$#.

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