Sporting vs. Fiorentina – Rescaldo

Apesar de Pedro e André parecessem estar ainda com os colhõezitos de molho, um em Aracaju, outro em Quarteira, o resto da equipa pareceu, subitamente, perceber que o objectivo de uma equipa de futebol é – espante-se – jogar futebol. Até Postiga, que me parece bem mais incrível que o Hulk e nem sempre pelas melhores razões, enervou tanto o capo Dainelli que este se viu obrigado a pegar nele ao colo e a atirá-lo ao chão dentro da grande área. É curioso ter usado o verbo “ver” na frase anterior porque visão foi o que mais faltou a um certo e determinado individuo presente no campo, que por acaso é pago para ver. É como um gajo contratar um contabilista analfabeto: se acerta alguma é por sorte. Até percebo que o excelso astigamata em questão tenha presenteado Gamberini com um cartão amarelo depois de este ter pregado um estalo a Liedson e de o ter atirado para o chão (qual é a cena dos italianos com o chão?). Poder-se-ia pensar que o senhor Kassai havia sido extremamente benévolo com o italiano, mas na verdade foi uma punição: se é para se derrubar um homem, ainda que seja Liedson, usam-se os punhos e nunca um sopapo, meu maricas. Um uppercut, seguido de um dropkick e brilhantemente finalizando com um backbreaker. Isso sim, é de homem.

Outro facto digno de nota é que este foi o primeiro empate em o S.C.P. não precisou de um autogolo adversário. Foi uma espécie de grito do Ipiranga do Sporting e parece que ninguém percebeu a importância histórica deste facto.

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