The Glorious Basterd

tarantino

« “Para mim, e quando falamos da carreira de um realizador”, conclui o sacana-mor com a sua máscara de teoria de autor à europeia, “a filmografia é tudo. O nosso trabalho cresce, muda de direcção, mas é algo de reconhecível. Há qualidades que quero que os meus filmes tenham. Há um adjectivo: exuberância. Quero que os meus filmes tenham exuberância de narrativa, exuberância cinematográfica. Quando isso começar a desaparecer, eu desapareço também. Não quero fazer filmes de velho. Esses filmes poderiam ser uma reflexão interessante sobre quem eu seria aos 66 anos, mas não quero isso. Nessa altura, paro de escrever filmes, e escrevo romances, críticas, ensaios. Nessa altura quero tornar-me um homem de letras. Adoraria escrever um romance agora, mas não posso, tenho de dar tudo ao cinema. E depois vai acabar. E vou dar tudo à literatura”. Não ouvem Aldo Raine, faca na mão, serviço acabado, “Acho que esta é a minha obra-prima”? »

Tarantino e o seu “Inglourious Basterds” por ele próprio e por Vasco Câmara, no Ípsilon. Leiam, leiam.

Anúncios

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s