Eduardo: 500 minutos a espantar bolas.

A princípio achei injusto titularizar-se um relativamente desconhecido Eduardo em detrimento de um cada vez melhor Patrício (note-se que isto se passou há uns meses). Agora retiro todas as minhas reservas perante um cada vez melhor e mais confiante Eduardo. Não foi pela defesa que fez perto do final do jogo de ontem, mas sim por todas as pequenas coisas que foi conseguindo ao longo do tempo, como sair a tempo, recuar a tempo, essas coisas. É inegável que o mérito do recorde batido de 500 minutos entre a bola e a baliza tem que ser dividido com Ricardo Carvalho: desde o seu regresso ao onze que Portugal tem uma defesa muito mais segura de si e com muito mais classe, diga-se.

Ainda o jogo de ontem.

Sobre brasas. Um campo ordinário na quinta casa, com um público e uma organização ainda mais ordinários, poder-se-ia esperar o pior. E tendo em conta que era um jogo de Portugal, ter esse receio não era nada descabido. No entanto, contra as minhas expectativas mais profundas, a Selecção conseguiu manter a cabeça fria e, a pouco e pouco, levar a água ao seu moínho. Estamos na África do Sul para o ano que vem e até lá Queiroz tem ainda muito que fazer. Resta saber se o consegue, ou mesmo se tem a capacidade de o fazer. Parabéns, por enquanto.

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