Charlie, és parvo.

Os problemas de temperamento não são segredo para ninguém. O que também não é segredo nenhum é que, ao vermos um individuo interpretar uma personagem, é a personalidade da personagem que vemos e não a personalidade do actor. Mesmo tendo absoluta consciência destes factos não deixa de ser estranho que um gajo que ganha a vida a fazer rir o próximo ameace de morte uma coisinha destas. Há poucos casamentos fáceis no mundo inteiro, acredito, mas atar a mãe dos seus filhos a uma cama e rosnar-lhe com uma faca na mão não é, de forma alguma, a maneira mais civilizada de resolver problemas conjugais.

Obviamente não tenho nada a ver com coisas entre maridos e mulheres, e, convenhamos, este post faz-me entrar por caminhos côr-de-rosa jamais aconselháveis, mas gostava que a personagem Charlie Harper contagiasse mais Charlie Sheen e, por outro lado, que Sheen não contagiasse Harper mais do que já contagia.

Claro que nada disto aconteceria se Berta fosse na realidade a empregada de Charlie. Aí o gajo piava muito mais fininho.

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