Isto anda bonito, anda (Parte I)

Não morri, nem tampouco sofri algum incapacitante acidente, nem sequer este blog acaba aqui. O que me aconteceu foi muito simples. Chegou como uma maré com vontade de encher. Uma onda quebra-se no recuo de outra e é quando percebemos que o ritmo da maré mudou. Foi assim que começou. Aos poucos. Depois, para animar as noites húmidas e gélidas do primeiro Inverno a sério desde há muito, decidi tomar a tarefa de Dungeon Master em jogos regulares de Dungeons and Dragons. Não satisfeito, deixei o Demónio da Perversidade de Poe dominar-me por completo. Foi quando reparei que a proa do barco ancorado no cais rodou meia volta, sinal de que a maré cheia estava na sua força plena. Conformado, instalei o Dungeons and Dragons Online e pouco mais tenho feito para além de desmanchar orcs com um poderoso machado. E olhem que é coisa bonita de se ver.

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