Com o Tapete na Rua as pessoas vão para casa

Primeiro o recinto atafulhado para verem uns cantares alentejanos ultra-amadores. Aplausos, quase comovidos. Mas assim que entram os semi-profissionais nas andanças da música tradicional, ai senhores, que é vê-los a dar à sola como criancinhas no Vaticano em dia de S. Valentim. Bem sei que o gajo das teclas passa mais tempo no palco que os tapetes na rua; e também sei que a menina do violino mete a pata na poça na mesma música há anos e anos, mas não é razão para a mostra de desprezo que se viu. Poder-se-á juntar a essas razões o facto de a banda ter sido renovada, o que só vem acentuar a minha opinião, nada positiva por sinal, sobre algumas correntes da sociologia e psicologia alentejana. Adiante. Adiante não, já acabei. Ficam aqui à volta de umas 3 fotos 3, tiradas no supracitado concerto. Clique que não faz mal, muito pelo contrário.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s