There and Back Again.

O Porto estava mais claro: a limpeza do granito da Câmara Municipal ajudou muito; estava mais vibrante, apesar de os casais de namorados felizes me irritarem de sobremaneira; estava também mais triste, ou seria eu? O Porto estava como precisava que estivesse e acabei por ficar como precisava de estar. O regresso a casa troca um bocado as voltas ao que andei a construir nas terras do Douro, mas regra geral mantenho-me fiel à coisa. Em casa encontrei ruínas onde devia haver cascatas de flores e festa rija. Ainda assim, não esperava outra coisa.

As ruínas permanecerão assim porque querem, eu permanecerei cada vez mais eu porque posso. E devo.

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