The Mill: uma experiência em HDR

Eis a razão da inactividade neste blog: HDR, para simplificar o pomposo nome High Dynamic Range. Pode inferir-se desde já, mesmo não percebendo patavina de inglês ou de fotografia, que esse tal HDR pouco mais é que fotografia com uma elevada dose de tonalidades diferentes. Na verdade é a sobreposição de fotografias tiradas à mesma cena com definições de luminosidade variadas – as mais variadas que se conseguir. Para cada imagem HDR são precisas umas cinco fotografias diferentes: uma com elevada exposição, outra com alguma exposição, uma com a exposição ideal, outra com pouca exposição e outra ainda com quase nenhuma exposição (+2 EV, +1 EV, 0 EV, -1 EV e -2 EV, respectivamente). Claro que isto das cinco fotografias não é textual, podem ser mais ou menos, conforme a vontade do artista. Para mais informações consulte aqui esta página ou o omnisciente Google.

Esta coisa do HDR, apesar de ser um formato já muito visto por aí, renovou de forma espontânea e surpreendente o meu interesse na fotografia. Como uma quarentona com quem estamos casados há 20 anos de repente começasse a ir compulsivamente ao ginásio: ainda não está no ponto, mas vai ficar.

Haverá, mais tarde, quando a técnica estiver bem oleada e o material bem treinado, um trabalho mais sério usando esta vertente da fotografia. Por enquanto continuarão as experiências, como a mostrada ali em cima.

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