Manifesto Anti-Cabranagem

Quero dizer aqui em primeiríssima mão a todos e todas que me passaram rasteiras nos últimos meses: fodam-se. Mas a sério, ein? Fodam-se mesmo à grande, sem vaselina e com muita gonorreia que é para se lembrarem durante muito tempo. Um gajo anda pelo mundo de sorriso nos beiços, respeitando vontades alheias, distribuído abraços e beijinhos e no fim vai-se a ver e estamos rodeados de bandos de cabras e cabrões. As carapuças que sejam enfiadas, não vou fazer distinções nem menções honrosas. Nem sequer me vou alargar na conversa fiada, mas quero mesmo que saibam que desejo que se fodam. Não é um desejo íntimo, é mais “epá, era mesmo fixe que…”. No fundo não desejo nada de mal, mas quando vos acontecer algo em que digam “foda-se, puta que pariu esta merda” – seja uma doença venérea, seja pisarem um monte de cocó – podem ter a certeza que estarei algures a rir que nem um perdido. Quase que me poderão ouvir.

Sobreviverei-vos porque sou mais que vocês. Sou mais que vocês porque nunca vos faria o que vocês me fizeram. E o que vocês me fizeram foi baixo. Quase reptiliano. Ao nível de uma barata, vá. Por isso, fodam-se.

Agradecimentos especiais a todas as bengalas e muletas, e às vezes até cadeiras de rodas, de que me fui servindo nos últimos tempos. Vocês são os maiores, caraças.

2 pensamentos sobre “Manifesto Anti-Cabranagem

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