Amor à primeira vista: Antje Traue

Não costumo ir à bola com bávaras, mas no caso da Antje abrirei uma excepção. O sotaque fica-lhe a matar.

* * *

Sobre o filme em que conheci a senhora, Pandorum, tenho a dizer: visto e aprovado. Apesar das inconsistências, apesar dos clichés, apesar de Pandorum, uma doença psíquica que atinge os viajantes do espaço profundo, ser tratada quase só como uma desculpa para o título. E os clichés? A Humanidade em frangalhos, a evolução de uma espécie perfeitamente adaptada à vida a bordo de uma colossal nave espacial, a derradeira Arca de Noé, um novo começo e um Adão e uma Eva – sim, a Antje. A bem dizer chamo-lhes clichés mas não estou certo de ter visto nada assim noutro filme. Acho que são apenas elementos previsíveis. Resumindo, muito longe do soberbo, mas caraças, como eu gosto destas merdas.

Ah, é verdade, este texto contém spoilers. Pelo menos não estraguei a surpresa da Elysium não estar no espaço, mas sim despenhada e submersa num planeta longínquo. Valha-nos isso.

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2 pensamentos sobre “Amor à primeira vista: Antje Traue

  1. Eu vi algo bastante parecido no Wall-E (a sério!): nave à deriva no espaço profundo, os problemas que apareceram, etc. Há alguns paralelos nas histórias. 😉

  2. Ainda não vi o Wall-E, e pelos vistos ainda bem. Talvez não gostasse tanto deste. Mas o Pandorum tem a Antje o que não é de menosprezar, mesmo ensopada nas águas residuais das criaturas mortíferas.

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