Finalmente uns “disparos” não acidentais

Lembra-se de quando eu tinha a mania que era fotógrafo? Ah, aqueles dois quilogramas de máquina fotográfica sempre ao ombro; o olhar de aborrecimento dos transeuntes mais próximos, nunca com paciência suficiente para os disparos na mesa do café; as secas que fulano e beltrano apanharam porque eu tinha mesmo que tirar aquelas fotografias no meio do meio do mato durante duas horas, fotografias essas que nunca ninguém viu pela pobreza técnica e falta de interesse… Ah, que belos tempos esses.

Pois parece que alguma coisa começou aos pulinhos aqui dentro – não, não foi isso que está a pensar, seu pervertido – e vi-me obrigado a sair de casa depois de muito tempo de sequeiro com o único fito de fotografar. Nada muito elaborado, entenda-se, mas o cenário há muito que era desejado pela Nikon, e uma vez que encontrei uma miudinha enfiada no ideal vestido preto (caramba, parecia de propósito), foi aproveitar a oportunidade e desenferrujar o olho direito e o dedo indicador do mesmo hemisfério. Aproveitei ainda mais e inaugurei a secção ali em cima muito originalmente chamada de “Fotografia”.

Obrigado miudinha do vestido preto.

2 pensamentos sobre “Finalmente uns “disparos” não acidentais

  1. Não tem de quê. Disponha sempre🙂 e saiba que foi todo um prazer fazer renascer esse bichinho. votos de continuaçao. Um beijo e um abraço.

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